AGENDA SEMANAL 24/07/2015

CARTA SEMANAL - POLÍTICA 22/07/2015

CARTA SEMANAL - POLÍTICA - Crisezinha ou crise institucional?

Estamos passando por uma “crisezinha” política disse o vice-presidente Michel Temer esta semana após palestra em Nova York. No noticiário político, contudo, o termo “crise institucional” vem sendo largamente empregado para qualificar a atual situação do país. Afinal, há uma crisezinha ou uma crise institucional? Nem uma coisa, nem outra. Há sim uma crise política séria cuja causa essencial é o acentuado enfraquecimento do grupo que está no poder desde 2002.

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ESTUDOS MCM 23/07/2015

Não linearidade da inércia inflacionária

Neste Estudo MCM, testamos a existência de não linearidade na persistência inflacionária e concluímos que este fenômeno está efetivamente presente quando tratamos de inércia. Além disso, verificamos que, em 2016, tanto o coeficiente da inércia como sua contribuição para a inflação serão menores, mas não o suficiente para tornar mais crível a promessa do BC de entregar a inflação na meta ao final do ano.

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OPINIÃO MCM 27/07/2015

Alto lá!

A redução da meta fiscal já era esperada e, como dissemos no Opinião de 29/06, render-se ao realismo e revisar projeções não é necessariamente ruim. Pode até gerar ganho de credibilidade, sob certas condições. Infelizmente, porém, o anúncio de redução da meta decepcionou, e muito. O futuro está parecendo cada vez menos promissor -- para não falar no presente.A meta fiscal foi reduzida de 1,1% do PIB para 0,15%. Mesmo levando em conta a desaceleração expressiva da economia, ninguém esperava que o governo jogasse a toalha com tanta veemência. Há muito tempo sabia-se que a meta não era factível, mas até poucas semanas atrás falava-se no mercado em algo como 0,5% ou 0,7%. Portanto, o anúncio de 0,15% foi um grande balde de água fria, até porque a redução foi estendida a Estados e Municípios, que vinham apresentando resultado razoável, e principalmente, a meta de longo prazo não foi elevada para compensar o resultado fraquíssimo do curto prazo. Mais grave ainda, talvez, tenha sido a proposta de abatimento de receitas frustradas, de até R$ 26,4 bilhões, de forma que o governo pode produzir déficit primário de R$ 17,7 bilhões (cerca de 0,35% do PIB) e ainda assim dar a meta por cumprida.

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